Itaperuna sem grandes projetos tem alto desenvolvimento no RJ

O Índice de Desenvolvimento Municipal divulgado pela Firjan permite verificar as mazelas dos municípios petrolíferos da região Norte Fluminense. A recessão de 2015 e 2016 no país, que realmente afetou toda economia, não trouxe grandes prejuízos para Itaperuna na região Noroeste Fluminense. Apesar da leve queda do índice em 2015 e da leve recuperação em 2016, o município manteve a sua avaliação acima de 0,8 que é a categoria da classificação de alto desenvolvimento.

Macaé, entretanto, foi bastante afetado pela dependência da atividade petrolífera, onde ocorreu o furacão. O município que estava na categoria de alto desenvolvimento em 2014, caiu para a categoria de desenvolvimento moderado, com índices entre 0,6 e 0,8 nos anos seguintes.

Em Campos dos Goytacazes o índice caiu em 2015 e apresentou uma leve recuperação em 2016 sem que alterasse a sua categoria de classificação de desenvolvimento moderado.

Já em São João da Barra, apesar da crise o Índice cresceu levemente em 2015 e retraiu em 2016 também sem alterar a sua categoria de classificação de desenvolvimento moderado.

O que chama atenção, entretanto, é a condição de Itaperuna. Em primeiro lugar no ranking de 2016 no estado do Rio de Janeiro, não é produtor de petróleo e não é sede de grandes projetos como seus vizinho da região Norte Fluminense.

Alcimar das Chagas Ribeiro
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Economista, Mestre e Doutor em Engenharia de Produção. Professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense

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